​Reunião com Diretor do MAPA Define Estratégias para Manutenção do Status Livre de Febre Aftosa

O encontro aconteceu na sede da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Amazonas (FAEA), nos dias 20 e 21, com o intuito de promover a pecuária local, especialmente no que se refere aos avanços em relação ao programa nacional de controle e erradicação da febre aftosa.

Além do presidente da FAEA, Muni Lourenço, e do diretor do Departamento de Saúde Animal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Marcelo Andrade Mota, outros representantes de diversas entidades públicas e privadas, como o Secretário de Estado de Produção Rural (SEPROR), Daniel Borges, representando o governador do estado, da Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Estado do Amazonas (ADAF), da Superintendência Federal de Agricultura no Amazonas (SFA/AM), e do Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas (IDAM), além de autoridades dos estados vizinhos da região Norte – Acre e Rondônia – estiveram presentes no encontro.


Com a expectativa de que até maio deste ano todo o país seja considerado livre da febre aftosa (ou seja, sem a vacinação), como uma estratégia de mercado para o Brasil acessar diversos países com seus produtos, o Amazonas se insere nesse cenário por meio de um bloco sanitário formado com os estados de Rondônia e Acre. O objetivo principal do encontro foi discutir as estratégias para manter o status já adquirido pelo Amazonas e promover a integração regional com os estados vizinhos, formando um bloco sanitário unificado.

Esse status é um diferencial importante para a pecuária do estado, tanto no acesso aos mercados internos quanto para exportação, posicionando o Amazonas como um grande fornecedor de proteína animal. "Esse avanço sanitário é fundamental para o crescimento da pecuária no Amazonas. Em pouco mais de um ano, o rebanho passou de um milhão e meio para quase dois milhões e meio de cabeças. Isso mostra como o reconhecimento sanitário impulsiona a atividade econômica. O setor privado sempre foi prioridade para nós, e o FUNDEPEC continua sendo um aliado essencial nessa luta", afirmou Muni Lourenço.

Durante o encontro, foi decidido que a reconfiguração geográfica do bloco sanitário será um dos próximos passos para garantir que todo o estado do Amazonas esteja integrado nesse processo. O bloco sanitário, atualmente composto apenas por partes do sul do Amazonas, deverá ser ampliado para incluir a totalidade do estado, além de Rondônia e Acre, com o objetivo de fortalecer a defesa sanitária e possibilitar a inserção dessas regiões nas cadeias de produção agrícola nacional. O plano de integração será submetido às autoridades internacionais no segundo semestre de 2025.


“O próximo passo é a gente continuar um trabalho muito próximo junto com as autoridades aqui do Amazonas, para que eles reconfigurem esse bloco geográfico local e que a gente consiga representar essa configuração do Bloco 1, constituído hoje apenas por partes do sul do estado do Amazonas, e que a gente consiga evoluir e integrar todo o estado do Amazonas como uma coisa unificada dentro desse bloco. Então, a integralidade do Amazonas, Rondônia e Acre, juntos, representando uma garantia sanitária unificada", afirmou o diretor do Departamento de Saúde Animal do MAPA, Marcelo Andrade Mota.

A expectativa é que, com o trabalho conjunto, o Amazonas continue avançando em sua estratégia de defesa sanitária e se mantenha como referência na produção pecuária do Brasil.


Texto: ASCOM – Faea Senar Fundepec/AM
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